We can live like Jack and Sally if we want, where you can always find me, and we'll have halloween on christmas, and in the night we'll wish this never ends.

Without me.
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Veronica Abalze Miyu, Brazilian.



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(Source: differed)



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(Source: crushincrystals)



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(Source: fotos-e-fatos)



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(C)ont(i)n(u)a falando co(m) (e)la, r(s). (: 



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Meu ciume é fofo, até eu arrastar sua cara no asfalto. 

(Source: p-hilosophies)



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(Source: soulflux)



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Cronica Joe - Parte 4 (Ensaio 3) 

  •  Eu já estava tomada pelo medo, pela dor, pelo ódio, pela tristeza. Então ele continuou me atacando.
  •  - Ele estava falando com a Clarisse ontem, todo amável, todo carinhoso, todo cheio de dedos, e você acha que ele se importa?
  •  Eu mal podia acreditar no que estava ouvindo, o Joe? O MEU Joe falando com a ex? Eu simplesmente, não podia ouvir aquilo.
  •  - Eu ouvi em partes a conversa, estavam falando de voltar, e creia que tem apenas duas opções, ou é nas suas costas, ou ele vai te largar.
  •  E mais uma vez, O MEU Joe, não, ele não poderia fazer aquilo não mesmo, eu não podia acreditar, aquilo era... Inaceitável.
  •  - Você não pode acreditar naquele garoto Joanna, você não pode fazer isso.
  •  Como é que é? Eu não podia fazer aquilo? E ele tinha razão, eu não podia.
  •  Ele me disse mais um milhão de coisas, e eu me deixei então cair sem querer levantar.
  •  Passei o resto de todas as aulas isolada no meu canto, rasgando em milhões de micro pedaços, todas as paginas do meu querido e amado diário, em que citei, centenas e milhares de vezes o nome DELE. Fui embora mais cedo, e ao chegar em casa, engoli a força as lagrimas, e liguei pra ele. Eu disse que o amava, mas não podia ser enganada. E foi simples assim fazer meu coração virar um lixo nuclear. No resto do tempo eu era uma copia mal feita de uma pessoa que eu já havia sido. A dor doía e latejava, e eu desejava que aquilo me matasse de uma vez, ao invés de ficar me machucando toda vez que essas lembranças tocavam meu cérebro, ao invés de ficar me torturando.
  •  Nem o Marko, nem o Leandro, nem o Cassiano, conseguiam mais me ajudar, aquilo já era uma tortura. E a cada minuto eu morria centenas de vezes mais. Eu havia me tornado um cadáver ambulante, eu me perguntava, porque eu sofria tanto? Quando decidi terminar aquilo, eu apenas pensava “eu já passei por isso antes, então não vai acontecer de novo”, já havia decidido que não haveria garota de coração partido nessa historia, mas não deu certo. Eu estava fraca, vulnerável, frágil, desprotegida...
  •  Dois meses já haviam se passado, o ano já estava acabando, e eu estava ali apenas por estar, a aluna que sempre foi a melhor, agora só procurava alcançar a média. Aquele ali, não era mais o meu lugar. Já havia um mês que meu celular não tocava compulsivamente, e que eu já não recebia bilhetes pedindo desculpas, nem cartas, nem emails, e eu pensava que era pra ser assim, não era isso que eu queria? Então que assim seja!
  • Enquanto isso, na rádio uma musica a mais pra deixar minha cabeça atordoada, na qual a letra dizia: 
  •  “Cuidado com o que deseja, pois pode se tornar realidade. Cuidado com o que você quer, pois você pode conseguir”
  •  Era o inferno, eu não conseguia mais nem ouvir musicas sem que eu me lembrasse que por dentro parecia estar morta.
  •   As pessoas jamais entenderiam, que por pior que fosse cada vez parecia piorar, e que eu não precisava de atenção, eu precisava dele.


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